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O que são livros? Para que eles servem? Se você perguntar ao Logan, tenha certeza que ele vai te responder que é uma forma muito gostosa e divertida de passar o tempo! Duvida? Leia aqui.
Durante a construção das civilizações, as pessoas encontraram na escrita uma forma de registrar a história, os acontecimentos e os aprendizados. Não é útil? Eu vivencio, aprendo e escrevo meu relato. Daqui um tempo, alguém lê meu relato e aprende sobre o assunto! Ou, eu crio uma história, monto, escrevo, publico em livro e depois, as pessoas vão lá, leem, se emocionam, contam a história para outras pessoas, que vão atrás de ler o livro completo e assim por diante! O livro é um amigo que nunca morre, é um companheiro de insônia que não te abandona, é quem te apoia quando a fila do banco leva horas pra andar!
Todos podem ler? Sim. Todos tem acesso à livros? Sim. Peraí, todos, menos os deficientes visuais! Não, não é verdade! Uma prova disso é a Audioteca Sal e Luz, uma instituição que produz e empresta livros falados. São esses livros falados que alcançam cegos e pessoas com baixa visão, de forma totalmente gratuita. Os audiolivros são encontrados em forma de fita K7, CD ou MP3. Portanto, não deixe sua mãe doar aquele K7 player que tá pegando pó, pois, ele pode ser útil à alguém que você conhece e que está próximo a você!
Para pegar um livro emprestado, pode-se fazer o pedido pessoalmente, por telefone, carta ou por e-mail. Para quem mora fora da cidade do Rio de Janeiro ou para quem não consegue ir lá buscar, há o Cecograma, um serviço gratuito dos Correios.
Porém, nem tudo são flores, a Audioteca tem tudo de que precisa para funcionar, MENOS público! Ajude a divulgar esse trabalho tão bonito! Divulgando livros, você pode ajudar a levar mundos incríveis e mágicos a muitas pessoas!
Para ter acesso ao acervo, associe-se!
♪ Audioteca Sal e Luz
Rua Primeiro de Março, 125 -
Centro Rio de Janeiro
CEP 20010-000 RJ
Fone: (21) 2233-8007
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Este post está mais do que atrasado e peço um milhão de desculpas, mas os dias têm sido bem corridos.
Eu gostaria de registrar aqui o meu agradecimento a todos os artistas/amigos que aceitaram o convite para participar daquela semana especial de aniversário de três anos da tira de A Vida com Logan. Foi muito, mas muito legal, ver tanta gente talentosa dando a sua “interpretação” para a série. Infelizmente, a correria não deixou que eu oficializasse o convite a todos os camaradas, mas o leitor e ilustrador Begê (Bruno Grossi) apareceu com a sua solucão: fez, por conta, uma arte de A Vida com Logan e nos mandou.
Eu queria ter publicado na segunda-feira após a semana temática mas, infelizmente, fui passando um trabalho na frente do outro e a postagem acabou ficando “para depois” (mil desculpas, Begê).
De todo modo o presente enviado ficou guardado e hoje, finalmente, ganha a merecida postagem. E se você, assim como o Begê, quiser fazer a sua própria versão, sinta-se à vontade em nos mandar. Publicaremos com o maior prazer e carinho.
Sendo assim, sem maiores enrolações, com vocês:
A Vida com Logan por…
BEGÊ
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Para conhecer mais sobre o trabalho de Begê, clique aqui.
A nossa amiga Eubalena, do Monalisa de Pijamas, passou por um trágico acontecimento. O cachorrinho dela foi atropelado…. por uma van escolar! Em meio de sentimentos de perda, revolta e preocupação, Euba nos mandou a cartinha abaixo:
Nunca pensei em morar numa casa, mas resolvi que era hora de passar por esta experiencia por causa da minha filha e de seu amigo, o cachorro.
Sabe felicidade? Era isso que minha filha de 6 anos exalava. Ter um quintal para correr com seu cachorro, um viralatas de pouco menos de 2 anos adotado em um abrigo, era o paraíso para ela.
Um dia a menina brincava com seu vizinho na calçada em frente a casa sob a vigilância dos pais. Segundos depois de entrarem em casa, enquanto o pai fechava o portão da casa, o cachorrinho fugiu e atravessou a rua correndo. Uma van, em alta velocidade, atropelou e matou o cachorro instantaneamente e não parou para ver o que atropelou. “Porque um cachorro é só um cachorro…”
Claro, muitos dirão, não foi culpa da van, já que o cachorro fugiu. Sim, não existe culpa por ter atropelado o animal, o cão realmente fugiu por descuido de um adulto. Mas o motorista foi culpado por ter matado o cão. A velocidade na qual este motorista dirigia o impediu de parar o carro e também o impediria caso não fosse um animal (como se isso diminuísse a importância da vida e o amor que uma criança sentia por seu cão), o impediria se fosse uma criança, um ciclista, um cadeirante, se fosse eu, se fosse você. 
E não pense que isso jamais acontecerá com você. Ninguém está livre de aparecer, do nada, uma criança na frente do seu carro, correndo atras de uma bola. Veículos são pesados. Imagine o que fez uma van em alta velocidade em um cão de 6kg? Não teria sido menos pior se fosse uma criança de 20kg.
Não adianta ficar triste, chorar, pedir desculpas. O importante é não desrespeitar o as leis de trânsito. Podemos não acabar com os acidentes, mas eles podem ser mais leves, menos graves e serem acidentes realmente, aquilo que acontece inesperadamente. Quando se corre, quando se bebe antes de dirigir, quando não se respeita as normas de trânsito, assume-se o risco de matar alguém, de morrer.
Segundo o DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito, a velocidade
máxima permitida para cada via é indicada por meio de placas. Onde não
existir sinalização, vale o seguinte:
Em vias urbanas:
•80 km/h nas vias de trânsito rápido.
•60 km/h nas vias arteriais.
•40 km/h nas vias coletoras.
•30 km/h nas vias locais.
A punição ao motorista não serve para nada se não existir a conscientização de todos. Os “pequenos” desrespeitos as leis de trânsito transformam os veículos em armas.
A palavra-chave para o trânsito é RESPEITO, respeito ao próximo, respeito às leis, respeito à sua vida. Só assim poderemos todos viver em paz: veículos, bicicletas e pedestres.
Divulgue, compartilhe! Vamos lutar por um trânsito melhor!
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