A tirinha da semana - 41

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Emprego para todos

Duas notícias veículadas no portal G1 nos últimos dias mostram que o mercado de trabalho público e privado começa a encarar de frente o desafio de pôr um fim à discriminação e criar vagas para portadores de necessidades especiais, não apenas nos níveis mais básicos da estrutura profissional, mas também em ocupações de chefia e gerência.

Veja abaixo a íntegra das duas reportagens e passe adiante. Com certeza chegará às mãos de alguém interessado e precisando de uma (re)colocação no mercado de trabalho.

Reportagem publicada em 25/12/2009 - Concurso Público - clique aqui para ler no G1

Ministério do Trabalho e Emprego abre concurso para 234 vagas

Cargo é de auditor fiscal do trabalho, com salário inicial de R$ 13.067.
Oportunidade exige grau superior e inscrições são feitas pela internet.

Do G1, em São Paulo

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou no Diário Oficial da União o edital de abertura do concurso público para 234 vagas no cargo de auditor fiscal do trabalho. Para participar do concurso é preciso ter curso superior concluído, em qualquer área de graduação. O salário inicial é de R$ 13.067 com jornada semanal de 40 horas. Do total de vagas, 12 são reservadas a portadores de deficiência.

Confira lista de concursos e oportunidades

A inscrição poderá ser feita somente na internet, no site www.esaf.fazenda.gov.br, entre 10h do dia 18 de janeiro de 2010 e 23h59 do dia 1º de fevereiro (horário de Brasília). O valor da taxa de inscrição é de R$ 130 e deve ser pago por meio de boleto eletrônico até o dia 2 de fevereiro, em toda rede bancária.

Só poderá solicitar a isenção da taxa o candidato inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e ser de família de baixa renda. O formulário para a requisição está disponível no mesmo site e deverá ser feita entre as 10h de 18 de janeiro e as 23h59 de 19 de janeiro.

As avaliações serão feitas por meio de duas provas objetivas, um teste discursivo e sindicância de vida pregressa. A data das provas ainda não foi divulgada.

As vagas são para as superintendências do Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul e Tocantins.

Reportagem publicada em 28/12/2009 - Emprego Inciativa Privada - clique aqui para ler no G1

Centro de emprego em Guarulhos (SP) seleciona para 2,8 mil vagas

Salários variam de R$ 465 a R$ 3,6 mil.
Maior número de vagas é para ajudante de carga e descarga.

Do G1, em São Paulo

O Centro Integrado de Emprego, Trabalho e Renda de Guarulhos (SP) seleciona candidatos para 2.886 vagas. Os salários variam de R$ 465 (ajudante de carga e descarga de mercadorias, lavador de carros e vendedor interno) a R$ 3.600 (desenhista projetista mecânico). A carga horária, os benefícios e a escolaridade variam de acordo com os cargos pretendidos.

Veja a lista de concursos e oportunidades

Os cargos com maior número de vagas são para ajudante de carga e descarga (228), auxiliar de produção (225), operador de telemarketing (122), motorista carreteiro (115), ajudante de limpeza (77), porteiro (60), operador de caixa (55) e repositor de mercadoria (48).

Há também vagas com remuneração mais alta, como analista de custos (R$ 3.500), gerente de depósito (R$ 3.000), almoxarife (R$ 2.400) e motorista carreteiro (R$ 2.000).

Portadores de deficiência

Do total de vagas abertas, 471 são para portadores de deficiência em ocupações como operador de supermercado (180), auxiliar de linha de produção (120) e auxiliar administrativo (55). Os salários variam de R$ 471 (ajudante de cozinha) a R$ 1.200 (técnico mecânico).

Os interessados devem comparecer a um dos quatro postos do Ciet, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. É preciso apresentar carteira profissional, CPF, RG, título de eleitor e número do PIS.

Veja os endereços dos postos:

Posto Centro: Rua São Vicente de Paula, 163

Posto Cumbica: Rua Capitão Aviador Walter Ribeiro, 359

Posto Vila Augusta: Rua Antônio Iervolino, 225

Posto Pimentas: Avenida Juscelino Kubitschek, 2760


A tirinha da semana - 40

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O exemplo vem de cima

Superior Tribunal de Justiça mostra que a inclusão profissional pode ser uma realidade no Brasil, dando o exemplo e contratando 25 portadores de síndrome de Down para executarem serviços administrativos de portaria e também para trabalhar no gabinete do presidente da instituição.

O artigo abaixo foi originalmente publicado no site do STJ em 17/12/2009.

STJ contrata portadores de Down para trabalhar na área administrativa

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) iniciou, na última quinta-feira (17), a contratação de 25 pessoas portadoras da síndrome de Down que vão trabalhar em serviços administrativos nas portarias e no gabinete do presidente, ministro Cesar Asfor Rocha. A contratação do grupo, fruto de parceria entre o Tribunal e organizações não-governamentais voltadas a esses portadores de necessidades especiais, faz parte das ações de inclusão social do STJ, conhecido como “O Tribunal da Cidadania”. Tais ações serão intensificadas em breve com a ampliação do quadro de deficientes auditivos responsáveis em grande parte pela virtualização de processos do STJ, cuja proposta visa, dar celeridade aos processos, melhor prestação jurisdicional aos brasileiros.

Desde o ano passado, 220 deficientes auditivos atuam na realização dos serviços de digitalização de processos. Esse quadro será ampliado para mais de 300, dentro dos esforços para tornar o STJ no primeiro tribunal do mundo totalmente digitalizado. Atualmente, 23% dos processos recebidos pelo STJ, por mês, estão em formato eletrônico (percentual que era de 1% do total, em julho passado). A equipe de deficientes auditivos já promoveu a virtualização de cerca de 180 mil processos e trabalha na digitalização de outros cem mil. Uma iniciativa que é considerada “mais do que bem sucedida”, conforme informações da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação do Tribunal.

Por parte dos portadores de Down, embora as atividades a serem atribuídas a eles sejam diferentes, a expectativa é de realização de um trabalho igualmente importante no âmbito da inclusão social. Dentro do que determina o programa, 12 dos novos funcionários ficarão lotados no período da manhã e outros 12 trabalharão à tarde. Todos serão distribuídos entre as nove portarias existentes no Tribunal, sendo que um deles ficará lotado no gabinete do presidente. Na véspera do primeiro dia de trabalho, o grupo conheceu as instalações do STJ, foi até o local onde estavam reunidos os ministros, em sessão da Corte Especial, e participou de reuniões com a equipe da Secretaria de Segurança.

“É uma grande responsabilidade trabalhar num lugar desses”, disse em tom orgulhoso Renan de Castro Mota, 25 anos, estudante do 7º ano do ensino fundamental, um dos presentes à visita inicial. O mesmo sentimento demonstrou Liane Martins Colares, 46 anos, que já trabalhou em outros locais, na área de informática. Liane, inclusive, é autora de um livro e afirmou que a nova atividade “além de gratificante é emocionante”, pelo fato de se tratar de um tribunal, órgão diariamente procurado pelas pessoas para fazer reclamações e buscar seus direitos.


A tririnha da semana - 39

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Em Brasília, jovem SD se apresenta com grupo de dança

Esta notícia, que foi publicada em 14/12/2009 na versão on-line do jornal Correio Brasiliense, é mais uma prova de que com discernimento e boa-vontade, a inclusão torna-se uma realidade.

Por meio da dança, portadores de síndrome de Down revelam progressos

Por Elisa Tecles

Aos 16 anos, o estudante Alexandre Guimarães de Paula só quer saber de dançar e fazer bonito no palco. Ele ensaia os passos de street dance em frente ao espelho da sala e acompanha os movimentos dos colegas para não sair do ritmo. Na noite da próxima quarta-feira (16), Alexandre se apresentará pela primeira vez no Teatro Nacional Claudio Santoro. O espetáculo é a mais nova conquista do adolescente, que nasceu com síndrome de Down.
A família de Alexandre não teve dúvidas ao escolher a dança que combinaria com o rapaz. “Ele gosta de músicas movimentadas, é o estilo dele”, comentou a mãe do jovem, a funcionária pública Gilda Guimarães de Paula, 55 anos. É ela quem leva o estudante aos últimos ensaios do show — em três dias, ele subirá ao palco da Sala Martins Penna com outros três dançarinos.

Todos os sábados, Alexandre passa as manhãs na aula de street dance. Tamanho fôlego vem dos treinos de futsal e natação, esportes preferidos do estudante. Gilda torce para o filho exercer todo tipo de atividade, mas nem sempre recebeu incentivo para isso. “Quando fomos à primeira consulta, o médico disse que ele não ia fazer isso e aquilo. Eu não escutava e pensava: ‘Meu filho vai ser diferente’”, lembrou.

Quinze dias depois do nascimento, Gilda levou Alexandre a uma clínica especializada no tratamento da síndrome de Down. Com a estimulação precoce, o bebê começou a engatinhar e aprendeu a andar com 1 ano e 2 meses de idade. Vencida a primeira dificuldade, Gilda procurou escolas para matricular o filho. Recebeu diversas respostas negativas em colégios particulares, que alegavam não ter pessoal especializado para ensinar a criança. O garoto entrou em uma escola regular da rede pública, mas não teve o resultado esperado. “Era só um professor para muitos alunos, não tinha como dar atenção ao Alexandre”, disse Gilda. No início do ano, o rapaz foi aceito em um colégio particular, onde começou a ler e a escrever. Além da alfabetização, os alunos exercitam atividades do cotidiano, como fazer compras no shopping e prestar atenção nos preços e no valor do troco recebido.

BAILANDO
Nas aulas de street dance, Alexandre se movimenta e adquire percepção do próprio corpo. “Tem pessoas que procuram a dança para se sentir bem. A dança é qualidade de vida”, comentou o professor da turma, Wesley Messias, 30 anos. Wesley dá atenção a Alexandre , mas o tratamento é o mesmo para todos os alunos: eles devem respeitar os momentos de alongamento e de ensaio e seguir as orientações do professor.
Em casa, a disciplina é a mesma. Assim como as duas irmãs mais velhas, Alexandre não escapa das broncas quando sai da linha. “Criei os três do mesmo jeito, brigando e colocando de castigo”, afirmou Gilda. A mãe é durona quando necessário, mas derrete-se com as conquistas do filho. Ao saber da participação dele do espetáculo, não se conteve. “Fiquei tão feliz, isso é muito gratificante. Tudo o que ele fizer lá a gente vai achar lindo, a família toda vai chorar”, adiantou.

Gilda descobriu as habilidades do filho com a dança durante uma festa. Começou a tocar Michael Jackson e o garoto correu para a pista. “Ele foi aplaudido de pé. Nem eu sabia que ele dançava tanto!”, comentou. Antes de qualquer festa, a mãe escuta a mesma pergunta do filho: “Vai ter DJ?”.

O espetáculo do Instituto de Dança Juliana Castro contará com a participação de 120 bailarinos, entre 7 e 65 anos. A coreografia Geometria Brasileira terá trechos de balé, dança afro, dança de salão, jazz, sapateado, salsa e outros estilos. Na turma de Alexandre, a maioria dos alunos pratica street dance há menos de um ano, mas já arrisca coreografias completas.

A diretora artística da academia, Juliana Castro, é pós-graduada em ensino especial e busca a participação de crianças com deficiências nas aulas de dança. Nos oito espetáculos realizados pelo instituto, todos contaram com bailarinos portadores de necessidades especiais. “O tratamento é igual, respeitando a limitação dele e de qualquer outro aluno”, resume Juliana. Segundo ela, o importante é garantir aos pais que os filhos estão em um ambiente seguro, com cuidados especiais.


A tirinha da semana - 38

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Feliz Natal

Este é o primeiro cartão de Natal do A Vida om Logan.

Sinta-se à vontade para copiar a imagem a mandar para quem você gosta.

Boas festas a todos nós.

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Bolo, guaraná e muito doce pra você!

O aniversariante e seus convidados (Camila não aparece na foto porque alguém tinha que fazer a foto – dã! – e a tia Flávia não aparece porque ela não queria trocar o pijama por outra roupa qualquer)

O aniversariante e seus convidados (Camila não aparece na foto porque alguém tinha que fazer a foto – dã! – e a tia Flávia não aparece porque ela não queria trocar o pijama por outra roupa qualquer)

No último dia 29 de novembro Logan completou 5 anos. É impressionante como frases do tipo “passa rápido, não?” se tornam verdadeiras quando você acompanha o crescimento do seu filho.

Passa rápido, sim. Muito rápido. Talvez mais rápido do que deveria.

Ainda ontem, ele era apenas um “bebê-bolinha” (depois eu explico essa história) que eu carregava no colo pra todo lugar. Hoje, ele é um garotão que não vê a hora de se desvencilhar de minha mão e andar solto pela rua (claro que eu não deixo ele soltar enquanto não chegamos a uma área segura como, por exemplo, um parque).

Mas é rápido demais.

A contenção de despesas foi braba, mas em minha defesa posso dizer que já bebi coisas muito piores que o guaraná Doly

A contenção de despesas foi braba, mas em minha defesa posso dizer que já bebi coisas muito piores que o guaraná Dolly

Eu que sempre fui avesso a fotografias começo a entender o seu valor. Esse tempo não vai voltar. As únicas coisas que restarão desse dia 29 serão as memórias e as fotos. Boas lembranças de um dia especial.

Como o ano não foi dos melhores e o dinheiro está muito mais curto do que o de costume, resolvemos fazer uma festa ainda menor que a do ano passado. Fomos (eu, Camila e Logan) até a casa de meu pai e lá, com os avós, tios e primos, cantamos os “parabéns a você” pro loirinho. Tudo muito simples. Tudo feito com o máximo de carinho e sentimento.

A fotgógrafa precisava aparecer em pelo menos uma foto, né não? E os refrigerantes Dolly também. Aliás, seu Dolly, rola um patrocínio ano que vem?

A fotgógrafa precisava aparecer em pelo menos uma foto, né não? E os refrigerantes Dolly também. Aliás, seu Dolly, rola um patrocínio ano que vem?

Foi bom.

Mas passou rápido.

Passou rápido demais.

Por sorte, ficam as fotos e as memórias, gravando no tempo o sorriso de Logan cantando e batendo palmas.

Nos vemos amanhã, pessoal.

Assoprando a velinha.

Assoprando a velinha.

E aqui podemos ver a vela devidamente assoprada

E aqui podemos ver a vela devidamente assoprada

"Legal! Deixa eu ver o que tem na sacola!"

"Legal! Deixa eu ver o que tem na sacola!"

Ele nem disfarçou a cara de "e vamos na praia quando pra eu poder usar esse kit, seu mané?"

Ele nem disfarçou a cara de "e vamos na praia quando pra eu poder usar esse kit, seu mané?"

"Bom, pelo menos alguém teve a decência de me dar um brinquedo de encaixe, que eu adoro!"

"Bom, pelo menos alguém teve a decência de me dar um brinquedo de encaixe, que eu adoro!"

Parabéns cantado, presentes abertos, é hora de contar uma histórinha pra vovó dormir

Parabéns cantado, presentes abertos, é hora de contar uma histórinha pra vovó dormir


Ser Diferente é Normal, e os Direitos são Iguais

Este artigo foi publicado em 02/12/2009 no portal Itu.

Interessante a iniciativa de tornar o abaixo-assinado uma coisa realmente pessoal e fazer com que as pessoas tenham, mesmo que de forma leve, a sensação de estar na pele de outra.

ONU convida Instituto para lançar site manifesto

O Instituto MetaSocial foi convidado pela Organização das Nações Unidas para lançar o Site-Manifesto “Ser Diferente é Normal, e os Direitos são Iguais”, durante a cerimônia do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

Em dezembro são celebradas várias datas dedicadas ao combate à exclusão, como Dia Mundial de Combate à Aids (1/12), das Pessoas com Deficiência (3/12), dos Direitos Humanos e dos Povos Indígenas (10/12). E o tema inclusão nunca esteve tão em evidência, desde as novelas que retratam a vida de pessoas com deficiência, passando pela decisão do Ministério da Educação (MEC) de garantir escola regular para alunos com qualquer tipo de deficiência, ao projeto de lei que criminaliza a discriminação contra idosos, homossexuais e pessoas com deficiência.
É nesse cenário que chega à Internet uma campanha inovadora criada pela agência de publicidade Giovanni+DraftFCB - “Ser Diferente é Normal, e os Direitos são Iguais”: um abaixo-assinado virtual que usa a tecnologia para conscientizar e promover a inclusão de todos, sem exceção.

Diferencial

O grande diferencial deste manifesto, é que, ao invés de aderir com o nome, a pessoa “assina“ com a própria imagem. Mudando seu rosto para aparentar ter síndrome de Down, o internauta entra na pele de uma das parcelas da população que mais sofre preconceito: as pessoas com deficiência intelectual, e ajuda a levar adiante a mensagem de que Ser Diferente é Normal e, portanto, todos devem ter os mesmos direitos.

Personalidades como Cauã Reymond, Ana Maria Braga, Malu Mader, Guilherme Berengher, Marcos Pasquim, e tantos outros já emprestaram seu rosto a essa causa.
O site é também uma forma leve e divertida de chamar a atenção, de forma interativa, para a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
Aprovada pela ONU em 2007 e ratificada com força constitucional pelo Congresso brasileiro em 2008, a Convenção, que garante que as pessoas com deficiência exerçam seus direitos em igualdade de condições com os demais, ainda é desconhecida de grande parte da população.

Facebook da Diversidade

Apelidada de “Facebook da Diversidade”, a campanha “Ser Diferente é Normal, e os Direitos são Iguais” já passou no teste de popularidade: recebeu 600 mil acessos em um fim de semana em que foi apresentada ao público, em março deste ano, e ganhou dois prêmios no Festival de Publicidade do Rio em setembro de 2009. Também em setembro, a campanha foi pré-lançada para um milhão e meio de pessoas por Regina Casé, nas ruas de Nova York, durante o Brazilian Day.