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Depois de 4 meses, termina no próximo dia 31 a campanha Corrente do Bem, iniciativa da Procter & Gamble e do UNICEF em prol dos direitos das crianças.
Como parte da iniciativa, cada pacote vendido de fraldas descartáveis Pampers com o selo da campanha contribuirá com o programa da instituição destinado ao desenvolvimento e à sobrevivência de crianças de até seis anos no Brasil. Participam ainda da iniciativa as marcas Ariel, Gillette Prestobarba3 Feminino, Hipoglós Amêndoas e Pantene, que farão doações fixas baseadas na estimativa de embalagens vendidas no mesmo período.
Utilizando as mídias sociais como uma poderosa ferramenta de divulgação, a campanha contou com a criação de um perfil no Twitter, um aplicativo para o Facebook, um hotsite e a participação de diversos blogs e algumas comunidades no Orkut.
Os recursos obtidos com a parceria serão destinados às ações do Programa de Sobrevivência e Desenvolvimento Infantil do UNICEF no Brasil, que atua em duas diferentes frentes: o apoio às famílias e o fortalecimento da gestão municipal para o desenho e a execução de políticas que garantam direitos de crianças e adolescentes.
A organização tem ajudado as famílias a cuidarem melhor de suas crianças de até seis anos por meio da metodologia do Kit Família Brasileira Fortalecida (Kit FBF) e de sua adaptação para a linguagem dos quadrinhos, o Almanaque da Família Brasileira.
Então fica o lembrete: se você tem filhos que ainda usam fraldas (ou sobrinhos, primos, vizinhos, etc) a compra de um pacote de fraldas não vai explodir o seu orçamento e ainda pode ajudar uma outra família.
Ações como essa, além dos óbvios motivos de marketing, merecem ser divulgadas e incentivadas. Quanto mais as grandes empresas se empenharem em ajudar no desenvolvimento social, não importa qual seja a forma de prestar essa ajuda, os abismos sociais acabam sendo diminuídos de forma natural.
Ainda restam dois dias para o término da campanha.
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Reportagem publicada no site da Agência Senado em 15/03/2010
Galerias do Senado expõem arte de pessoas com síndrome de Down

Começou nesta segunda-feira (15) e vai até a sexta-feira da próxima semana (26), a exposição de arte “Pintou a Síndrome do Respeito”, com 38 telas de pessoas com síndrome de Down, todos eles alunos do Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural, de São Paulo. A exposição é parte das comemorações do Dia Internacional da Síndrome de Down, dia 21 de março. Os trabalhos já estão expostos no Espaço Cultural Ivandro Cunha Lima e na Senado Galeria, e o primeiro-secretário, senador Heráclito Fortes (DEM), vai inaugurar oficialmente a mostra nesta terça-feira (16), em solenidade às 18 horas.
No Espaço Cultural Ivandro Cunha Lima estão 18 telas, todas elas recriações de obras de artistas plásticos brasileiros contemporâneos ainda vivos. Cada recriação é um trabalho coletivo de quatro jovens portadores da síndrome de Down, alguns deles ainda crianças. O mais jovem tem apenas sete anos de idade. Já na Galeria do Senado, estão 20 quadros individuais de portadores da síndrome.
O Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural, na capital paulista, é uma organização da sociedade civil de interesse público e atende a 257 crianças, adolescentes e adultos jovens portadores da síndrome de Down. O presidente da instituição, Wolf Kos, explica que a síndrome de Down é uma ocorrência genética que atinge um entre 700 bebês. Durante a gestação, as células do embrião são formadas por 47 cromossomos, em vez de 46. Com cuidados, educação e boa formação, o portador da síndrome pode levar uma vida produtiva e praticamente normal.
A curadora da exposição, Silvana Gualda, informa que o Instituto Olga Kos mantém oficinas de arte e atividades esportivas, com aulas de caratê e taekwondo. Os quadros em exposição no Senado são todos óleo sobre tela. O espaço de exposições do Senado tem um público avaliado em quatro mil pessoas por dia.
Cezar Motta / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Será realizado neste final de semana no Memorial da América Latina, em São Paulo. Dados extraídos do material de divulgação enviado pela organização.
A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e o CEPEC-SP Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo realizam nos dias 20 e 21 de março de 2010, Dia Internacional da Síndrome de Down, no complexo do Memorial da América Latina (Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564, portão 10, antigo bloco Parlatino, Barra Funda, São Paulo/SP, Brasil):
“SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE SÍNDROME DE DOWN”
Dias 20 e 21/03/2010
Temas: Avanços da Neurociência e Tratamentos Medicamentoso
Palestrantes convidados:
Prof. Dr. Alberto Costa
Médico – Pesquisador – Neurocientista – Colorado/EUA
Prof. Dr. Stevens Kastrup Rehen
Biólogo – Neurocientista UFRJ – Pesquisador da Universidade da Califórnia em San Diego (2003) e do Instituto de Pesquisa Scripps dos Estados Unidos (2005)
Coordenação Científica:
Prof. Dr. Zan Mustacchi
Médico Geneticista – Pediatra
PROGRAMAÇÃO:
20/03/2010 – sábado
19h às 21h – Abertura Oficial seguida de Coquetel
21/03/2010 – domingo
7h30 às 8h30 – Credenciamento e entrega de material
8h30 – Introdução: “O Surgimento de Promissoras Perspectivas Terapêuticas para a Síndrome de Down: Resiliência, Empoderamento*, Farmacogenômica e Nutrigenômica”.
Palestrante: Prof. Dr. Zan Mustacchi
*processo pelo qual a própria pessoa escolhe ou toma decisões e assume as conseqüências
9h às 10h15
Conferência (Exposição científica oral realizada por especialistas abordando um tema específico. Não há tempo para perguntas da platéia).
Tema: “Síndrome de Down: Neurociência e Avaliação das Aneuploidias** no Sistema Nervoso Central”
Conferencista: Prof. Dr. Stevens Kastrup Rehen
Presidente: Prof. Dr. José Hugo de Lins Pessoa (Presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo)
**alterações cromossômicas
10h15 às 10h45 – Coffee break
10h45 às 12h
Conferência (Exposição científica oral realizada por especialistas abordando um tema específico. Não há tempo para perguntas da platéia).
Tema: “O Alvorecer da Pesquisa Translacional*** e Potenciais de Abordagens Terapêuticas para a Síndrome de Down”
Conferencista: Prof. Dr. Alberto Costa
Presidente: Prof. Dr. Clóvis Francisco Constantino (Presidente do Departamento de Bioética da Sociedade Brasileira de Pediatria; Vice-Corregedor do CREMESP)
*** aproximação da ciência básica da aplicação clínica
12h às 13h
Colóquio (perguntas da platéia) com participação dos palestrantes Prof. Dr. Alberto Costa e Prof. Dr. Stevens Kastrup Rehen
Técnica de reunião com objetivos práticos onde a platéia tem a oportunidade de participar ativamente dos debates tirando suas dúvidas e obtendo esclarecimentos diversos.
Coordenador: Prof. Dr. Zan Mustacchi
MAIORES INFORMAÇÕES:
Fone: (55) (11) 3721-6233 (2ª a 6ª-feira das 9h às 17h) – Fax: 3721-9175
E-mail: simposiointernacional@sindromededown.com.br
Website: www.sindromededown.com.br
REALIZAÇÃO:
Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo – CEPEC-SP.
APOIO:
Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP)
Universidade Mogi das Cruzes (UMC)
Núcleo Aprendendo Down – Itabuna/BA
Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD)
Instituto Meta Social
Associação das Voluntárias do Hospital Infantil Darcy Vargas (HIDV) Grupo de Síndrome de Down
APAE de São Paulo
Hospital Infantil Darcy Vargas (HIDV)
Carpe Diem e grupo De Lá pra Cá
ADID e grupo Vamos Juntos
Associação Mais Um
Grupos de Discussão: Happy Down – Síndrome de Down – Inclusão – Inclusive
PATROCÍNIO:
Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
L’ALIANXA Travel NetWork Brasil
BOIRON®
Oncosul – Itabuna/BA
CEPEC-SP
Agência de Turismo do Simpósio:
L’alianXa Travel Network Brasil – (55) (11) 2147-0101 – Fax: 2147-0111- www.ltn.travel
A área de atuação dos participantes/ouvintes:
Todas as profissões e interessados.
Objetivos:
Aprimoramento dos conhecimentos na área de recentes pesquisas científicas em síndrome de Down.
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Notícia publicada em 25/02/2010 no blog Amigos de Pelotas reportando a excepcional (e inédita) inciativa da Associação Pelotense de Cinema Independente (Cinepel).
Produção pelotense traz para o cinema história contada pela ótica de portador da síndrome de down’
Um mundo down? Esta é a proposta da Associação Pelotense de Cinema Independente (Cinepel), dando início à produção de um longa-metragem onde a realidade é vista sob o ponto de vista dos portadores da Síndrome de Down. Com direção de José Mattos e P.C. Nogueira, roteirizado pelo escritor e roteirista Manoel Soares Magalhães, colunista deste blog, o filme terá apenas um personagem não portador da doença. A Editora Livraria Mundial vai publicar o roteiro, a ser lançado quando o filme estrear
Um filme ousado? Pode ser. Ousar, porém, não é a intenção dos diretores. O propósito maior é mostrar a dificuldade de ser um estranho no ninho. A história, narrada sob o ponto de vista de um pedagogo, centraliza o foco em suas experiências de vida. Fruto de gravidez não planejada, Fábio nasceu diferente de seus irmãos, provocando caos familiar.
“Como a realidade é down”, argumenta José Mattos, “o filho anormal tem como característica a nossa normalidade. Pretendemos, nesta inversão, enfatizar o quanto é difícil lidar com a diferença, com o preconceito e a rejeição”.
Mattos não esconde o entusiasmo com a proposta, em sua avaliação inédita. “Até agora não existe nada parecido no Brasil. Por isso nosso entusiasmo e, também, preocupação no sentido de fazer um filme sensível e inteligente, esmiuçando o universo das diferenças. Todo o cuidado é pouco, pois entendemos que o assunto tem de ser tratado com a maior delicadeza”.
Pela importância do projeto, destacam Mattos e P.C. Nogueira, “fomos atrás do escritor Manoel Soares Magalhães, com larga experiência na literatura, no teatro e cinema. Como pretendemos trabalhar com pessoal apenas de Pelotas, valorizando a prata da casa, o nome de Magalhães sobressaiu-se sobre os demais em função de seu reconhecido talento como contador de história”.
O filme, ainda sem nome, em processo de produção, conta com a colaboração da APAE, já inteiramente envolvida no projeto, assessorando a Cinepel no sentido de por à disposição dos diretores um “casting” portador da Síndrome de Down em condições de desempenhar satisfatoriamente o papel a ele destinado.
“Como a Síndrome de Down tem vários estágios, existem aqueles que não são inteiramente comprometidos, tendo amplas condições de interpretarem seus papéis de forma convincente”, destaca PC Nogueira, “revelando que as filmagens do longa começam em março, inclusive com locações externas, com extras portadores da doença povoando a cidade”.
Quem conhecer um portador da Síndrome de Down que seja bem-falante, com boa capacidade de aprendizado, inclusive alfabetizado, para integrar-se ao elenco do filme fazer contato através do fone 99461807, falar com José Mattos.
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Artigo publicado no site Waves do portal Terra em 01/03/2010, mostrando mais um excelente exemplo que prova, novamente, que a inclusão se faz em todos os lugares onde há boa vontade e disposição.
Escola dá aula de inclusão
Por Thiago Ferrão
No último sábado, dia 27 de fevereiro, a Escola de Surf da Riviera promoveu uma verdadeira lição de vida e inclusão social em sua arena, localizada no módulo 1 da Riviera de São Lourenço, Bertioga (SP).
Em parceria inédita com a entidade APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), mais de 15 pessoas portadoras de necessidades especiais tiveram, gratuitamente, uma aula de surf muito divertida.
A equipe de professores da escola se mobilizou e proporcionou momentos mágicos para alunos, pais e amigos. A aula é uma das ações do projeto social Surf Para Todos, que também atende crianças carentes da região e promove a educação por meio do surf.
Seguindo os padrões da Escola, na aula foram englobadas parte teórica, prática na areia e na água. O sucesso foi absoluto com muitos dos participantes conseguindo ficar de pé e outros que divertiram pra valer controlando a prancha na onda.
Fábio Fujimoto representou os cadeirantes atuando com bastante estilo em sua quinta aula de surf nesse ano. Os demais alunos possuiam síndrome de down e outras deficiências mentais com diferentes graus de evolução.
Independente do caso, mais uma vez ficou comprovado que o surf não possui qualquer limitação podendo ser usado como uma excelente ferramenta de inclusão social, melhorando a auto-estima e proporcionando o bem estar entre seus praticantes.
Com doze anos de experiência a Escola de Surf da Riviera já atendeu diversas vezes grupos especiais. Sempre as iniciativas são gratuitas, contam com uma equipe altamente qualificada e materiais de ponta.
Para obter mais informações sobre o evento, entre em contato pelos telefones (0xx13) 3313-1027 / (0xx13) 9132-5717 ou acesse o site Escola Riviera.
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