A correria do dia a dia tem prejudicado (e muito) as postagens de notícias e as histórinhas do cotidiano. Muita coisa tem acontecido e, na medida do possível, vou atualizando tudo por aqui.
Nas últimas semanas o que mais me animou foi a maneira fácil com que Logan se adaptou ao jogo Jecripe (do qual eu falei neste post). A idéia do projeto em si, desenvolvida pelos alunos da Universidade Federal Fluminense, me pareceu ótima já à primeira vista, mas ter a oportunidade de ver, na prática, os seus resultados, é algo difícil de expôr em palavras.
Me surpreendeu como, já na terceira vez que se deparou com o jogo, o loirinho sabia o que fazer e como fazer. A coordenação mouse-mão-olho estava se aprimorando cada vez mais. Terapia ocupacional feita em casa, por assim dizer.
Cada um dos cenários do jogo apresenta um grau diferente de dificuldade, exigindo operações como dois cliques, clicar e arrastar, etc. Logan dominou as operações com relativa facilidade e ainda aprendeu a sair do jogo na hora que queria e também ir para a a tela de créditos onde Betinho, o personagem prncipal, fica “correndo” enquanto passam os créditos.
Infelizmente, por conta das limitações de minha máquina fotográfica, não deu pra fotografar Logan durante a operação do jogo, mas garanto que ele joga direitinho e, depois de procurar pelo “neneném” (Max), jogar o Jecripe é a primeira coisa que ele quer fazer ao chegar em casa.







