ECA: 20 anos distante da era digital

Artigo publicado no site da Fundação Abrinq, citando como fonte a Folha de São Paulo

ECA faz 20 anos sem contemplar novas tecnologias

Entre conquistas e desafios, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) completa 20 anos nesta terça-feira, dia 13.

O conjunto de leis cujo objetivo é a proteção integral da criança e do adolescente tem como obstáculo principal a ser enfrentado a inclusão da internet e das novas tecnologias na rede de segurança dos menores.

“O ECA não contemplou um sistema de proteção que alcance o tráfico de imagens, a pedofilia, a pornografia e outros abusos que existem na internet” diz Mário Volpi, o gerente de projetos da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). Por outro lado, Volpi acha que o estatuto promoveu novas metodologias com o uso da tecnologia, para fortalecer processos educativos.

Pais devem ficar atentos: a atual geração de jovens utiliza maciçamente comunicadores instantâneos, salas de bate-papo e, principalmente, redes sociais.

Existem várias maneiras de monitorar, de forma sadia, as atividades dos filhos no computador. Nos sites fss.live.com e k9webprotection.com há dicas e ferramentas para acompanhar os sites visitados por crianças e adolescentes, as imagens vistas na web e até tudo que é digitado no micro.


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