Quem parou para assistir ao Fantástico, da Rede Globo, no último dia 14, conheceu a história de uma professora com síndrome de Down, chamada Débora. Ela tem 32 anos, é filha de pai médico, que, apesar da profissão, pouco sabia sobre a SD quando a filha nasceu – situação comum quando olhamos o contexto da pessoa com síndrome de Down há 30 ou 40 anos.

Mas a pouca familiaridade dos pais com a síndrome não foi desculpa para que Débora tivesse “moleza”. Desde pequena, a jovem foi incentivada da mesma forma como se faz com qualquer bebê: “pôs-se de lado” sua condição genética e a menina teve que aprender a engatinhar, levantar a cabeça e cumprir com toda a rotina que todos os bebês no mundo inteiro cumprem em seus primeiros anos de vida: a rotina de crescer e se desenvolver.

Débora e seu irmão, brincando de igual para igual.

O resultado disso?

Débora frequentou a escola regular, cursou magistério, atua como professora auxiliar e ainda arruma tempo para ser atriz!

E, como se tudo isso já não fosse o suficiente para deixar qualquer um sem fôlego, Débora está lançando seu primeiro livro: Fábulas Inclusivas.

Veja o vídeo da matéria e lembre-se que não é a síndrome de Down que irá determinar até onde uma pessoa poderá chegar. O potencial nasce do estímulo, do apoio e do acreditar que é sempre possível. Débora é mais uma prova, dentre muitas, de que basta acreditar para realizar.