Natalia Francisca Frazão durante a apresentação de sua banca de mestrado na USP de Ribeirão Preto. Foto: Ricardo Benicchio/Folhapress

A Folha de São Paulo publicou ontem, em seu caderno Cotidiano, a história de Natália Francisca Frazão, 32. Graduada em administração, Natália defendeu, na USP de Ribeirão Preto, sua banca de mestrado em LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais) – fato inédito na história da universidade – com o auxílio de dois intérpretes vindos da Universidade Federal de São Carlos, que, durante 4 horas, tornaram possível a tarefa.

Apesar das dificuldades de sempre – mesmo amparada pela Lei, Natália precisou do auxílio do Ministério Público para poder contar com um profissional que a acompanhasse em aula e fizesse o trabalho de “tradução” durante sua formação – a conquista da estudante (agora “mestra”), mostra mais uma vez que onde há a vontade de se fazer a inclusão, há histórias de sucesso. Não há como presumir que Natália chegou ao curso superior sem passar pela educação infantil, ensino fundamental e médio. Como todo mundo, ela precisou passar por tudo isso para chegar até a USP. Em todas estas fases foram necessárias intervenções e propostas de inclusão. A história dela é mais uma, dentre tantas outras, de inclusão feita com seriedade.

Clique no link acima para ler a reportagem completa de Fernanda Testa e espalhe com os amigos. Inclusão é possível, basta agirmos mais e reclamarmos menos.