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 O loirinho passava a mão na cabeça do irmão e dizia: "Ah, nenê! Ah, nenê!"
As coisas estão absurdamente corridas por aqui ainda (apesar de Max ser um bebê relativamente tranquilo). Blogar está um pouco complicado mas assim que tudo entrar dentro da “rotina” a frequência volta ao normal.
De qualquer modo, resumidamente, foi um parto tranquilo acompanhado de 3 dias no hospital sem grandes alterações. Minha sogra ficou por lá ajudando Camila enquanto que eu ficava indo e vindo, cuidando das coisas em casa e dando “plantão” no hospital.
 "Se acostuma com a careta, marujo. Logo você entra pra tripulação do meu barco!"
No domingo, aproveitei e levei Logan para conhecer o irmão mais novo. Como eu imaginava, foi tudo muito, mas muito tranquilo. Logan é totalmente louco por crianças e difícil mesmo foi tirá-lo de perto de Max.
Como eu disse, esse pos é um resume bem resumido mesmo. Depois, com mais tempo, faço umposto mais detalhado e um resumão desse janeiro especial em que a família aumentou e no qual Logan passou as férias aqui em casa.
 Logan fazendo carinho em Max.
 Max dormindo.
 Clique na imagem para ampliar
Esta foi a arte que eu usei pro convite do Chá de Bebê do Max. Fiz esse desenho pouco depois do primeiro trimestre da gestação (acho).
No próximo post rolam as fotos do irmãozão conhecendo o irmãozinho no hospital.
 O aniversariante e seus convidados (Camila não aparece na foto porque alguém tinha que fazer a foto – dã! – e a tia Flávia não aparece porque ela não queria trocar o pijama por outra roupa qualquer)
No último dia 29 de novembro Logan completou 5 anos. É impressionante como frases do tipo “passa rápido, não?” se tornam verdadeiras quando você acompanha o crescimento do seu filho.
Passa rápido, sim. Muito rápido. Talvez mais rápido do que deveria.
Ainda ontem, ele era apenas um “bebê-bolinha” (depois eu explico essa história) que eu carregava no colo pra todo lugar. Hoje, ele é um garotão que não vê a hora de se desvencilhar de minha mão e andar solto pela rua (claro que eu não deixo ele soltar enquanto não chegamos a uma área segura como, por exemplo, um parque).
Mas é rápido demais.
 A contenção de despesas foi braba, mas em minha defesa posso dizer que já bebi coisas muito piores que o guaraná Dolly
Eu que sempre fui avesso a fotografias começo a entender o seu valor. Esse tempo não vai voltar. As únicas coisas que restarão desse dia 29 serão as memórias e as fotos. Boas lembranças de um dia especial.
Como o ano não foi dos melhores e o dinheiro está muito mais curto do que o de costume, resolvemos fazer uma festa ainda menor que a do ano passado. Fomos (eu, Camila e Logan) até a casa de meu pai e lá, com os avós, tios e primos, cantamos os “parabéns a você” pro loirinho. Tudo muito simples. Tudo feito com o máximo de carinho e sentimento.
 A fotgógrafa precisava aparecer em pelo menos uma foto, né não? E os refrigerantes Dolly também. Aliás, seu Dolly, rola um patrocínio ano que vem?
Foi bom.
Mas passou rápido.
Passou rápido demais.
Por sorte, ficam as fotos e as memórias, gravando no tempo o sorriso de Logan cantando e batendo palmas.
Nos vemos amanhã, pessoal.
 Assoprando a velinha.
 E aqui podemos ver a vela devidamente assoprada
 "Legal! Deixa eu ver o que tem na sacola!"
 Ele nem disfarçou a cara de "e vamos na praia quando pra eu poder usar esse kit, seu mané?"
 "Bom, pelo menos alguém teve a decência de me dar um brinquedo de encaixe, que eu adoro!"
 Parabéns cantado, presentes abertos, é hora de contar uma histórinha pra vovó dormir
 Ô sorrisão bonito!
Nossa, faz um baita tempo que eu não posto nada dos “Logan’s Weekends”, então, vou aproveitar essa sexta-feira calorenta e colocar uma atualização ricamente ilustrada do feriadão com o loirinho.
 Camila (nossa fotógrafa 1 do dia), Logan e eu (depois explico o corte de cabelo)
 Arethusa (nossa fotógrafa 2), Logan e eu numa sacada da Pinacoteca, de frente para o Parque da Luz
Minha cunhada, Arethusa, resolveu aproveitar o feriado de finados e veio de Porto Alegre pra visitar a irmã e conhecer essa cidade feia, suja e malvada. O legal é que tinha uma programação cultural bem interessante em São Paulo e, como o tempo estava bom, seria quase criminoso passar o feriado com todo mundo enfurnado dentro de casa assistindo TV.
O sábado ficou marcado mais pelo descanso, pelas sessões de fisio e fono do Logan e pelo passeio tradicional no shopping, mas, no domingo, o negócio foi radicalizar e à tarde, após a soneca do almoço, zarpamos todos rumo à Pinacoteca para ver a exposição de Matisse.
Como era o último dia (e brasileiro adora deixar tudo pro último dia) os setores onde se encontrava a exposição estavam um verdadeiro inferno de gente. Como nos enquadrávamos na categoria idosos (eu), gestante (Camila) e criança de colo (Logan) fizemos valer nosso direito ao acesso preferencial e passamos na frente de muita gente que, óbvio, ficou torcendo o nariz e falando bobagem (como é tradicional nesse tipo de situação).
 Quadros e mais quadros. O acervo da Pinacoteca é maravilhoso. Logo, logo o loirinho vai entender isso, mas, por enquanto, é melhor segurá-lo firme. Esses salões não foram feitos para corridas.
Exposição bonita, claro (gostei muito da parte de estudos do pintor), mas, para Logan não era o passeio mais divertido do mundo. O que ele queria mesmo era correr pelas longas salas e ficar apreciando a vista do Parque da Luz nas sacadas da Pinacoteca (sacadas para onde fomos, gentilmente, mandados após começarmos a comer biscoito de polivilho no meio da ala de exposição de esculturas – com algumas obras de Rodin que, aposto, teria gostado muito de biscoito de polvilho e, provavelmente, teria mandado Camille Claudel aprender a preparar alguns para ele durante o tempo em que criaram juntos).
 Se não é pra sentar, por que tem forma de poltrona?
Os pontos altos para Logan, nesse passeio foram uma peça em bronze que estava na sacada onde fomos terminar o pacote de biscoito e que se parecia com uma poltrona (pelo menos foi usada como tal por ele) e uma instalação com três piscinas que tinham tigelas de vários tamanhos dentro em constante e errático movimento. Desnecessário dizer que, no primeiro momento de distração minha, ele tentou colocar o pé dentro da água (preciso descobrir de onde vem esse fascínio todo)
Depois do passeio, voltamos pra casa e organizamos os planos para irmos ver Rodin no MASP.
Segundo o site, aos feriados o MASP abre as 11h00. Sendo assim, na segunda-feira, feriado de finados, chegamos aos vão livre pontualmente as 11h10 e chamamos Rodin para brincar. Mas a mãe dele disse que ele estava de castigo e não poderia ser visto naquele dia.
 O fascínio pela água.
Bom, a frustração foi grande. Não só nossa como de todas as outras pessoas que foram até o museu no feriado. Se você acessar o site do MASP, verá os horários de funcionamento de terças a domingos E FERIADOS. Mas, a resposta que os vigias do museu davam aos visitantes que foram enganados pela informação dúbia do site e da placa da bilheteria era: “mas hoje é segunda-feira”. Bom, depois de vermos que apenas responder: “sim, mas hoje também é feriado” não ia resolver nada, fica a aqui a sugestão de o MASP criar um adendo do tipo “aberto aos feriados, menos quando o feriado for numa segunda-feira, porque aí ele deixa de ser feriado e vira segunda-feira”, pra evitar este tipo de confusão.
Por sorte, em frente ao MASP tem o Parque Trianon, uma reserva de Mata Atlântica bem no meio do centro financeiro de São Paulo. E lá fomos nós queimar a energia do baixinho.
Confesso que, apesar de ter morado minha vida toda em São Paulo, nunca havia entrado no Parque Trianon e deixo registrada aqui minha surpresa quanto à qualidade do local. Limpo, banheiros também limpos, brinquedos em relativo bom estado e um ótimo espaço para uma criança de quase 5 anos e hiperativa correr livremente sem
 Se o papai continuar olhando pra cima, eu consigo molhar o pé.
maiores perigos.
Depois de muito brincar no escorregador, na balança, na caixa de areia e correr muito, era hora de irmos embora, almoçar e depois tirar o merecido cochilo pós almoço. Claro que Logan estava tão pilhado que não dormiu direito (apenas cochilou), mas, em compensação, à noite ele já estava roncando na cama antes das 20h00.
 Disparando no Parque Trianon.
E esse foi o resumão resumido do feriadão com Logan. Nos vemos na segunda-feira, pessoal.
 Levando papai pra fazer exercícios no Parque Trianon.
 Cheio de alegria ao ver que o papai não teve um ataque cardíaco depois da corrida.
Conforme eu havia dito no post sobre a visita ao Amazing Balls, hoje foi dia de levar Logan ao pediatra. Como o plano de saúde mudou, começamos tudo meio que do zero. Infelizmente a pediatra que sempre acompanhou o loirinho, doutora Flávia, não atende convênios e chegamos em um ponto em que não dá mais para eu pagar consultas particulares. Então, por mais confiança que tenho no trabalho dela (além de pediatra é também geneticista e cardiologista e uma pessoa a quem considero amiga), questões financeiras (do meu lado) falaram mais alto e começamos toda uma nova fase com um novo pediatra, próximo aqui de casa.
 "Médico? De novo? Já não tínhamos resolvido isso, pai?"
Indo direto para parte que interessa: está tudo ótimo com Logan. Peso bom, altura boa, desenvolvimento dentro da curva normal… enfim, tudo caminhando como deveria caminhar. Daqui aproximadamente dois meses, preciso agendar o retorno dele para o médico fazer o acompanhamento, agora com base na primeira consulta e não no histórico que eu lhe transmiti.
Sobre o médico, simpatizei com ele. É um senhor por volta de seus 60 anos, este doutor Max. Paciente, calmo e, até o momento, alguém que inspira confiança (o que é muita coisa, uma vez que é extremamente difícil deixar de lado uma relação médico-paciente de mais de 3 anos e ingressar em uma totalmente nova).
Mas, o mais importante disso tudo é que o loirinho continua com uma saúde de ferro e está liberado para continuar fazendo artes.
No decorrer da semana eu vou colocar aqui um resumão de como foi nosso Logan’s Weekend. Até lá.
Aproveitando a dica do excelente blog Pequenos em Sampa, há cerca de duas semanas fomos levar Logan no Amazing Balls, a maior piscina de bolinhas da América Latina (ou pelo menos era assim que o local se definia antes de se mudar do Alto de Santana para a Vila Maria, zona norte).
Logan, não preciso dizer, é completamente enlouquecido por piscina de bolinhas e pelas próprias bolinhas, também. Ele pode ficar horas brincando com o pacote de 100 bolinhas que temos aqui em casa, mas não tem coisa melhor do que ir passear pra queimar muita energia e e esquecer dos aborrecimentos do dia a dia cada vez mais complicado desta cidade.
Saímos tarde, é verdade, e não deu para aproveitar como queríamos, mas foi o bastante pro loirinho se acabar de tanto brincar. É engraçado como, graças à festa de aniversário da filha de um casal amigo, eu comecei a “soltar” um pouco mais o Logan. Até pouco tempo, a idéia de deixá-lo brincando numa piscina de bolinhas sob os cuidados dos monitores era, pra mim, algo inconcebível. Mas, graças à esta festinha, isso mudou.
 Esta é a piscina de bolinhas da festa. Não conseguimos nenhuma boa foto no Amazing Balls, mas na próxima visita ao local, tentaremos de novo.
Ao chegarmos nela, levamos Logan e Joca até os brinquedos e ouvimos dos monitores a mesma coisa: “Pode deixar que nós estamos tomando conta”. Antes que a frase terminasse, o loirinho alucinado já estava descendo o escorregador e se esbaldando na piscina. Uma nova olhada para o lado e lá estava ele, escalando os obstáculos sem nenhuma dificuldade, com o sorriso mais brilhante do mundo no rosto. E assim foi a noite toda. Ocasionalmente eu ia até a área dos brinquedos para levá-lo para fazer xixi, tomar água e comer alguma coisa (apesar dele haver jantado em casa antes de sair) e, posso dizer com toda certeza, que foi uma festa muito divertida para todos nós.
Com a experiência adquirida neste dia, achei que era hora de encarar a tal “maior piscina de bolinhas da América Latina”. Devo confessar que o lugar chega a ser intimidador: praticamente um galpão enorme com uma gigantesca piscina de bolinhas ocupando quase que toda a área útil. Junto com a piscina de bolinhas, claro, estão acoplados itens como cama elástica, escorregadores e pista de obstáculos. Nem preciso de dizer que Logan, como se fosse um míssil, disparou rumo às bolinhas. Tendo sido entregue aos monitores ele se esbaldou de brincar durante o tempo em que ficamos por lá, que, infelizmente não foi muito por culpa do horário em que chegamos e também por culpa de um acidente com xixi motivado, creio eu, pela ânsia de não querer sair dos brinquedos nem por um único minuto. Mas, isso faz parte do difícil (e bote difícil nisso) jogo de tirar as fraldas. Os acidentes sempre vão ocorrer, mas não é por isso que se deve voltar ao uso de fraldas, não é?
Como ponto negativo, apenas o fato de não aceitarem cartões de débito no local. Isso é um transtorno para pessoas que, como eu, desacostumaram a andar com dinheiro vivo no bolso (perdi mais de meia hora pra encontrar uma agência bancária que estivesse com os caixas eletrônicos funcionando para poder fazer um saque).
Este final de semana é Logan’s Weekend de novo e o Amazing Balls está nos planos, além da piscina do SESC já que, finalmente, fizemos a inscrição. Com certeza, na próxima semana teremos mais bagunças pra mostrar do loirinho.
Ah! E segunda-feira é dia de pediatra, me lembrem de contar como foi a consulta.
SERVIÇO
Amazing Balls
Endereço: Rua da Gávea 1014, Vila Maria
Telefone: 2636-2300
R$15 (adultos, grátis) - ligue antes para se informar sobre as formas de pagamento.
- Dica de lazer
Às vezes, encontrar atividades para manter as crianças ocupadas durante o final de semana ou feria... - Lançando Godô
No próximo dia 12 de dezembro, na Livraria Sobrado, em Moema (SP), a escritora Carolina Vigna-Marú... - Passeio no parque - parte 1
O Parque do Horto
Importante: devido a um problema ainda não identificado, o site continua apresen...
 Mateus e Logan aquecendo os motores
Vamos recolocar esse blog em dia. E não há melhor maneira de começar do que contando sobre a visita dos dois figurinhas aí em cima à exposição É Proibido Não Tocar, no SESC Pinheiros, em São Paulo.
Primeiramente, vamos situar o nosso leitor. O garotão ao lado de Logan na foto é Mateus, filho da amiga Kátia Gontijo, do Instituto Sou Especial – que realiza um trabalho muito bonito e sobre o qual falarei com mais destaque em um outro post. Nos conhecemos através de um amigo em comum, o querido Jotapê Martins, que mostrou a ela o A Vida com Logan e que foi o ponto de partida para o começo de mais uma amizade. Depois conversas via MSN e e-mails, finalmente nossas agendas se bateram e pintou a oportunidade de colocar os dois guris no mesmo lugar para tacarem fogo no circo e queimarem muita energia.
Não havia melhor lugar do que o SESC, primeiro por causa da exposição e, em segundo lugar, por causa de toda a programação circense que estava acontecendo durante as férias.
Tudo combinado, tudo acertado, Logan, Camila e Joca dentro do carro e vamos lá pegar a senha para a exposição e conhecer novos amigos.
Chegamos, nós, Kátia e Mateus ao SESC ao mesmo tempo (entrei no estacionamento exatamente atrás do carro dela) e fomos logo para a entrada da exposição, retirar nossas senhas. Como ainda faltava um bom tempo para a liberação da entrada para a nova turma, deixamos os meninos brincando em um pequeno cercado com uma monitora que tentava, sinceramente, prender a atenção dos pequenos (valeu pelo esforço, moça!). E durante o tempo em que eles ficaram por lá, pude perceber que Logan não é o único guri com síndrome de Down ligado o tempo todo na tomada de 220v. Mateus tinha tanta ou até mais energia que ele e, com um grande diferencial: sua musculatura é ainda mais firme que a de Logan (ressaltando-se que ambos têm a mesma idade), o que lhe dá ainda mais confiança para explorar os limites. A explicação para a excelente condição física dele está diretamente ligada ao trabalho da mãe: ioga.
 Katia, Mateus e Logan (acho que a monitora tinha ido chorar no banheiro nessa hora porque ninguém lhe dava atenção...)
Confesso que fiquei impressionado e que já estou em busca de alternativas que possam ser bons aliados à fisioterapia, como a natação, por exemplo.
Depois desse primeiro contato, fomos ver a exposição que, como diz o nome, é verdadeiramente proibido não tocar. Tudo foi montado para estimular o tato e outros sentidos: caixas com aberturas laterais onde, através de luvas, temos acesso ao seu interior cheio de pedras e de outros objetos estimulantes, caixas forradas com solados de borracha, caixas revestidas de espelhos, jogos de luz e sombras, brincadeiras de “contar histórias”, tudo, absolutamente tudo montado de forma a estimular os pequenos (e não só eles).
Depois de queimarem muita energia, fomos todos almoçar na Comedoria do próprio SESC onde discutimos a importância de uma alimentação relativamente equilibrada com frutas e verduras e livre salgados industrializados, refrigerantes e batatinhas fritas do McDonald’s (produtos relativamente gostosos, é claro, mas que não trazem nenhum benefício à saúde dos pequenos).

Encerrada esta estapa, seguimos até o quinto andar onde mais atividades circenses estavam programadas e onde também seria apresentada uma peça infantil. É verdade que os meninos não deram muita atenção à peça em si, mas rolou um fascínio pela figura do palhaço, como podemos ver na foto (Logan estava no meu colo e se jogou pra cima da atriz).
 Fazendo novas amizades em uma caixa.
 Não tinha novos amigos nesta caixa.
 Cansei de ficar aqui.
 Eu quero um nariz vermeho assim...
 Ahá! Isso aqui tá o maior barato!
 Agora deu sono... Podemos ir pra casa?
Depois de tantos agitos, chegou a hora de irmos todos embora com a garantia de que dias como esse se repetirão muitas outras vezes, com esses dois guris aprontando cada vez mais.
 Opa! Onde é que você me trouxe, pai?
Muitas pessoas acham que eu exagero quando digo que sou uma anta, mas esta é a mais pura verdade: sou uma anta. É a única explicação que encontro para nunca, em 36 anos de vida, ter procurado, de verdade, ficar por dentro da programação das unidades do SESC em São Paulo. Mas isso vai mudar depois do último domingo.
Neste final de semana, por culpa das circunstâncias do ultimo sábado (um dia imprestável, com uma chuva insistente que estragou qualquer possbilidade de passeio), no domingo eu sabia que precisava dar um jeito de levar todo mundo pra fora de casa.
A idéia original era irmos até a casa de meu pai. Como o vô Dódi e a vó Tê resolveram curtir o domingão sozinhos na cidade de Arujá, precisei arrumar um plano B. Lembrei do SESC. Não sei porque, mas lembrei. Nunca frequentei as unidades (mesmo morando a poucas quadras de uma). Acessei o site e vi uma chamada para a exposição Proibido não Tocar, na unidade Pinheiros. Mostrei para Camila e concordamos que seria uma ótima idéia de passeio para um domingo preguiçoso.
Ao chegarmos lá, fomos direto para o quinto andar, achando que a referida exposição era por lá. Nâo era, claro. Mas tinha coisa melhor: atividades circenses. O lugar estava em polvorosa: crianças, jovens, instrutores, pernas-de-pau e tatames por tudo quanto é lado.
Logan saiu do elevador e foi enlouquecido diret0 para os tatames antes que eu pudesse pegá-lo (que gerou comentários de uma mãe próxima sobre o fato dele estar com o tênis ao entrar no tatame). Bem, não é a exposição, mas podemos ir vê-la depois. E lá ficamos, aproveitando um espaço incrível, com poucos riscos de acidentes e até mesmo fazendo um pouco de fisioterapia com Logan, ensinando-o a dar cambalhotas.
Quanto à exposição? Bem, as senhas estavam esgotadas. Vamos tentar de novo neste final de semana. :-))
 Tá. Como é que eu ensino ele a dar cambalhotas?
 Assim, ó.
 Depois é só deixar que o corpo faz tudo sozinho.
 Ah tá! Assim, né?
 Uia! Funciona mesmo!
Semana de feriadão! Uhúúúúúú!!!
E, melhor ainda: feriadão com Logan; começando na quarta-feira à noite.
Eu adoro quando ele passa períodos maiores aqui em casa. Só fico meio alucinado com os preparativos “pré-chegada” do Logan. Perguntas como: “tem gelatina?”, “iogurte?”, “precisa ir na feira?” e “o DVD do Cocoricó tá bem escondido?” precisam ser respondidas (principalmente a do DVD).
Fora isso, tem a, já também tradicional, farra da faxina. Para quem não sabe, a farra da faxina consite em pegar um sujeito enrolado (eu), armá-lo com baldes, desinfetantes, flanelas e aspirador de pó e cruzar os dedos para que depois da atuação deste elemento sem-noção ainda haja uma casa habitável.
Pra conseguir fazer isso, claro, acordei bem cedo. Aí, o esquema do dia fica mais ou menos assim: da madrugada até umas 16h00 cuido do meu trabalho normal e, depois disso, dou uma geral na casa. É tranquilo, mas fico insuportavelmente mal-humorado quando acordo cedo como hoje.
Se tivesse gravação do Papo de Gordo hoje, até seria legal: eu já entrava com as ferraduras afiadas. Como não tem… coitado do pessoal do MSN. :-)
Mas, o importante é que serão 5 dias de Logan. E nada de ficar em casa. Tem muito programa de “grátis” na cidade (e vocês sabem como eu gosto de “grátis”). Então, na semana que vem, vamos, com certeza, ter mais uma pancada de histórias e fotinhos do loirinho alucinadinho.
E não esqueçam: quinta-feira tem feriado e também tem tirinha nova no site. Até lá.
- Deficiente?
Esta semana eu queria fazer uma coisa diferente e postar um vídeo musical apenas... Só que acabei ... - Péssimo exemplo
O link para este texto foi encaminhado pelo meu bom amigo Eduardo "Dudu" Sales, do Papo de Gordo. Um...

Marionetes e fantoches são fascinantes. É fato que as crianças são fascinadas por esses bonecos. Alguns adultos também são (e eu não reclamaria se ganhasse o box do Muppet Show).
Há na telvisão atual uma gama enorme de programas infantis que se utilizam dos fantoches na sua produção. Desses, eu acredito que um dos mais bem sucedidos é o nacional Cocoricó. Temática universal (vida na fazenda), personagens simpáticos e coloridos e uma boa seleção musical. Enfim, um excelente programa para as crianças.
Logan adora. Há alguns anos eu lhe dei um DVD só com clipes musicais do programa. Infelizmente, ele destruiu o DVD e por uma série de contratempos, nunca fiz a reposição do ítem. Na última quarta-feira, porém, tive a oportunidade de reparar essa lacuna na coleção de casa. Não exatamente o mesmo item, mas ainda assim, um DVD com 28 clipes musicais do Cocoricó.
Logan, que está aqui em casa desde a noite de quarta (obaaaaaaaaaaa!!!), adorou o presente, é claro. Assim que viu a embalagem, foi correndo pra frente do DVD player e ficou pedindo: “ah, Cocó!”
É uma graça. Ele senta na frente da TV e fica imitando as múscicas.
Uma vez. Duas. Três. Cinco. Vinte… já perdi a conta. Sempre que tento tirar o DVD e colocar em algum outro programa do Discovery Kids, ele começa a sapatear e fazer beicinho. Ou seja: nos últimos dois dias, a trilha sonora em casa é o Cocoricó e suas múscas. Sim. É isso mesmo que você pensou: ele fica ouvindo as músicas, mas fazendo outras coisas e brincadeiras.
Claro que depois de muita negociação, consegui fazê-lo assistir outros programas, mas o DVD está ganhando um destaque todo especial neste Logan’s Weekend.
Acho que vou precisar passar a próxima semana toda ouvindo Pearl Jam no último volume..
Oba! Vai começar a música do cocô de novo!!!
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