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Artigo publicado em 14/04/2011 no site da revista eletrônica Inclusive
 Lounge do Instituto MetaSocial na Reatech com posteres da campanha Ser Diferente é Normal
Para celebrar os 10 anos da REATECH, o Instituto MetaSocial em parceria com a 3IN apresentará a campanha ” Ser Diferente é Normal” pela primeira vez em São Paulo, com diversas atracões em um lounge de 120m2.
Nele serão exibidas fotos sobre o trabalho do Instituto, desfiles e visitas de personalidades. Além disso, todos serão convidados a participar de um manifesto eletrônico, no qual as pessoas poderão mudar a própria imagem em nome da inclusão de todos.
O novo filme da nacionalmente conhecida campanha “Ser Diferente é Normal” será lançado durante a feira e Helena Werneck, Coordenadora-Geral da ONG, receberá prêmio “Anjos de Visão” pelo trabalho do Instituto.
SERVIÇO
REATECH – 2011
De 14 a 17 de Abril de 2011
Quinta e Sexta das 13hs às 21hs.
Sábado e Domingo das 10hs às 19hs.
Visitação Gratuita
Local
Centro de Exposições Imigrantes
Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo – SP
Transporte Gratuito
Estação do Metrô Jabaquara
Saída das Vans na Rua Nelson Fernandes, 400
por Camila Dias e Arethusa Dias
Temos ressaltado aqui várias atitudes e batalhas para que realmente haja a inclusão de pessoas com deficiências na sociedade, tanto nas escolas quanto no mercado de trabalho. No entanto, aqueles que se dedicam a melhorar a qualidade de vida dessas pessoas, não raramente têm poucas condições financeiras, mas muita boa vontade.
Postamos aqui sobre a importância da leitura e da convivência com os livros e a Carol Marzagão está tentando fazer exatamente isso: levar livros em Braille para pessoas com deficiência visual. Ela é uma destas heroínas que tentam superar as barreiras do preconceito, do baixo poder aquisitivo e da quantidade mínima de auxílio para ampliar as possibilidades daqueles que nasceram sem ou perderam, no decorrer da vida, a visão.
Carol busca ajuda para obter equipamentos (como a Impressora Braille Index Basic D) e assim poder fazer a transcrição de livros. Se você, de alguma forma, puder ajudar, acreditamos que isso poderá ser um ponto de mudança na vida de muitas pessoas.
Fontes:
http://blogdacarolmarzagao.wordpress.com/2010/12/28/uma-pena-mas-continuo-na-luta/
http://blogdacarolmarzagao.wordpress.com/2011/01/16/esclarecimentos-acerca-da-vaquinha-para-a-compra-de-impressora-braille/
http://www.vakinha.com.br/Vaquinha.aspx?e=28290&pwd
por Camila Dias
 Selecionando a leitura do dia
A convivência com os livros é um hábito saudável que estimula a criatividade, melhora o vocabulário e auxilia no desenvolvimento da inter comunicação. Livros são amigos que não te abandonam, páginas impressas que te fazem voar pelo mundo da imaginação, palavras novas com significados velhos. Mas, se não houverem leitores para que servem os livros?
Eu cresci rodeada de livros e de leitores. A quantidade de livro dentro da casa dos meus pais, sempre superou a quantidade de qualquer outra coisa. Qualquer outra coisa, mesmo. Prateleiras presas com mãos francesas, pesadas, segurando muitos livros da história da arte, romances, livros técnicos… Meus pais sempre leram muito, liam todas as noites antes de dormir, suas cabeceiras sempre estavam carregadas de livros.
O hábito da leitura também faz parte da formação do Flavio. Começou “devorando” revistas em quadrinhos, mas hoje em dia ele se dá bem com livros de gente grande também.
Aqui em casa nós também temos muitos livros. Logan é um entusiasta nato, e “lê” folheando as páginas uma por uma, até chegar na última e dizer sorrindo:
- Abô! (acabou). Em seguida, fecha o livro e recomeça tudo de novo, desde a capa, até cansar daquele título.
O contato de Max com os livros também começou bem cedo. No Dia da Criança compramos para ele aqueles livros de borracha (os famosos “livros para banho”), que rapidamente foram mordidos, molhados e arremessados pra fora do berço. Já no Natal, ele ganhou um livro com 365 histórias, uma para cada dia do ano, que procuramos ler todas as noites antes de colocá-lo para dormir. Logan ouve as leituras aos finais de semana, quando está conosco.
Claro que os dois não ficam sentados ouvindo quietinhos e comportados, mas essa vivência já está sendo registrada na mente deles e vai incentivá-los a gostar de livros, de ler e se tornarem leitores. E, cá pra nós, acho que as histórias que o Logan inventa ao “ler sozinho” os livros, devem ser super divertidas, concordam?
 Quero ver quem é que vai guardar esse monte de gibi espalhado no chão!

por Patrícia Almeida e Flavio F. Soares
O quinto Calendário HappyDown será lançado no dia 6 de dezembro de 2010,às
18h45hrs, na Livraria Cultura Market Place, no Brooklin, com muitos convidados
além de um Pocket Show com Maurício Manieri.
Para o ano de 2011, o trabalho teve o apoio e a participação de cantores como:
Aline Barros, Daniel, Diogo Nogueira, Elba Ramalho, Exaltasamba, Fábio Jr, Fiuk,
Jair Rodrigues, Jerry Adriani, Luiza Possi, Maria Rita, Marjorie Estiano,
Maurício Manieri, Milton Nascimento, Padre Fábio de Melo, Wanderléia e Wanessa.
Este calendário é realizado pelo Grupo Happy Down, uma associação virtual e sem fins
lucrativos, e pretende, através da fotografia, romper barreiras provocando uma
mudança positiva de comportamento nas pessoas em relação às diferenças,
sugerindo um novo tempo e um novo conceito.
Buscando proporcionar a inclusão social através de fotos, desmistificando a
Síndrome de Down, o calendário leva as pessoas refletirem e verem os portadores da síndrome como indivíduos iguais a todos, com potencialidades e direitos, merecendo o reconhecimento e o respeito da sociedade.
Tirando o custo, o lucro será revertido para o Grupo Síndrome de Down da
Associação das Voluntárias do Hospital Infantil Darcy Vargas, que atende mais de
120 crianças carentes com Síndrome de Down.
Realizadoras: Andrea Barbi e Audrey Bosio – moderadoras do Grupo Happy Down.
Fotógrafo: Leonardo Luz, Grupo Luz.
 Preparando-se pra começar a bagunça
por Camila Dias
Olá, leitores!
Obrigada pela presença, mais uma vez!
Em um desses dias incríveis das férias, estávamos os quatro; eu, Flavio, Logan e Max, brincando no quarto dos guris. Enquanto eu incentivava o Max a balbuciar, Flavio desenhava no quadro branco e perguntava ao Logan o que era a figura. Flavio desenhou o Barney, o Mignola, eu, igual aos quadrinhos e Logan disse o nome de todos! (Essa atividade incentiva o portador da síndrome de Down a ampliar o vocabulário e pronunciar as palavras, exercitando, também, os músculos da face). Logan conhecia as figuras
 Logan assume as rédeas da brincadeira e começa a desenhar
desenhadas pelo pai e seus nomes, mas isso não significa que ele não vai tentar burlar as regras da brincadeira e deixar de pronunciar. Como de costume, as crianças não se atém muito tempo na mesma atividade, então, o loirinho sentou, esticou as perninhas e os braços em direção ao irmão e disse a frase que ele não cansa de repetir:
- Colo! Cooooolo! Colo!
Daí não tem jeito: temos que colocar o bebê no colo do seu super herói preferido e assistir os dois se olhando, se fazendo carinho (sei que parece repetitivo, mas o que posso fazer se eles são apaixonados um pelo outro?), até que Max comece a se atirar pra trás, deixando Logan sem ação. Infelizmente, nesse momento, somos obrigados a interromper a brincadeira e Logan, hiperativo como só ele consegue ser, sai à procura de novas estrepulias pelo quarto.
Uma das coisas que Logan mais gosta no quarto deles é o móbile do berço do irmão. Quando montamos o berço, uma semana antes do nascimento do nenê, Logan estava nas férias de verão em casa (que não teve postangens por conta da correria e do nervosismo do pai durante a “pré-chegada” de mais um desocupadinho) e assim que viu o móbile montado, se encantou e não parava de empurar o brinquedo. O problema é que o “empurrar” de Logan é daquele jeito meio desastrado, que, por pouco, não araranca o brinquedo fora, tadinho. Eu morria de medo que estragasse antes do nenê nascer, mas, ao mesmo tempo, seria de uma crueldade absurda não deixar o loiro curtir a brincadeira (além do mais, brinquedos compram-se em lojas, sorrisos sinceros e felizes, não). Sempre que acionamos o brinquedo, que é à corda, Logan diz:
- Vai!
 Um menino muito beijoqueiro
É super divertido! A primeira vez que ele falou “vai” me emocionei muito, porque são nessas pequenas situações que percebemos o quanto ele consegue aplicar de palavras dentro do contexto correto. É lindo ver os progressos constantes dele.
Dali a pouco (como você pode ver na foto), Logan subiu na cama para aproveitar que o Flavio estava sentado no chão, escorado nela, e foi fazer um cafuné super gostoso no seu papai. Isso virou uma baita bagunça, cheia de risadas, porque depois de um tempo, ele quer trocar de lugar e ganhar o cafuné, depois ele quer empurrar o pai pro chão e fazer macaquices. É um tal de empurra, puxa, estica, que deixa a gente morto de cansaço. Enquanto todo mundo ri, Max fica na
 Comendo os pés do loiro
espreita, sacudindo os braços e as pernas como quem vai sair correndo pra bagunçar junto. Ele sabe que logo logo estará no chão rolando junto com os outros dois desocupados e a pergunta que fica é: quem é que vai arrumar a bagunça que esses 3 moleques vão fazer, hein?
Depois de 4 meses, termina no próximo dia 31 a campanha Corrente do Bem, iniciativa da Procter & Gamble e do UNICEF em prol dos direitos das crianças.
Como parte da iniciativa, cada pacote vendido de fraldas descartáveis Pampers com o selo da campanha contribuirá com o programa da instituição destinado ao desenvolvimento e à sobrevivência de crianças de até seis anos no Brasil. Participam ainda da iniciativa as marcas Ariel, Gillette Prestobarba3 Feminino, Hipoglós Amêndoas e Pantene, que farão doações fixas baseadas na estimativa de embalagens vendidas no mesmo período.
Utilizando as mídias sociais como uma poderosa ferramenta de divulgação, a campanha contou com a criação de um perfil no Twitter, um aplicativo para o Facebook, um hotsite e a participação de diversos blogs e algumas comunidades no Orkut.
Os recursos obtidos com a parceria serão destinados às ações do Programa de Sobrevivência e Desenvolvimento Infantil do UNICEF no Brasil, que atua em duas diferentes frentes: o apoio às famílias e o fortalecimento da gestão municipal para o desenho e a execução de políticas que garantam direitos de crianças e adolescentes.
A organização tem ajudado as famílias a cuidarem melhor de suas crianças de até seis anos por meio da metodologia do Kit Família Brasileira Fortalecida (Kit FBF) e de sua adaptação para a linguagem dos quadrinhos, o Almanaque da Família Brasileira.
Então fica o lembrete: se você tem filhos que ainda usam fraldas (ou sobrinhos, primos, vizinhos, etc) a compra de um pacote de fraldas não vai explodir o seu orçamento e ainda pode ajudar uma outra família.
Ações como essa, além dos óbvios motivos de marketing, merecem ser divulgadas e incentivadas. Quanto mais as grandes empresas se empenharem em ajudar no desenvolvimento social, não importa qual seja a forma de prestar essa ajuda, os abismos sociais acabam sendo diminuídos de forma natural.
Ainda restam dois dias para o término da campanha.
Amanhã, dia 12, o restaurante Suez estará revertendo parte de sua renda no almoço e jantar para o Instituto Sou Especial, da nossa querida amiga Katia Gontijo.
Nesse mesmo dia oficializado, pelo prefeito de Cotia, o decreto de permissão de uso de um terreno para a construção da Sede do instituto.
Que tal fazer uma boa refeição e ainda ajudar mais uma instituição que luta para a melhora da qualidade de vida de jovens portadores de necessidades especiais.
Os detalhes do evento seguem abaixo:
CONVITE
Convidamos a todos para participar do DEB – DIA ESPECIAL do BEM
Quando: 12 de novembro de 2009, no almoço e jantar
Onde: Restaurante SUEZ – Estrada do Capuava, 4227 – Paisagem Renoir – Granja Viana – Cotia
www.restaurantesuez.com.br
DEB – DIA ESPECIAL do BEM
Neste dia, parte do que você consumir no Restaurante SUEZ, será revertido para o INSTITUTO SOU ESPECIAL.
O INSTITUTO SOU ESPECIAL, completará dois anos de atividades e nesta data o Prefeito de Cotia, Carlão Camargo, vai oficializar (às 20:00) o decreto de permissão de uso de um terreno para a construção da sede do Instituto.
Participe! Fazer o BEM, faz BEM!
INSTITUTO SOU ESPECIAL e
Restaurante SUEZ
Neste sábado, dia 14, a Fundação Síndrome de Down, de Campinas estará realizando a sua Festa da Primavera.
As atividades começam as 10h00 e estendem-se até as 16h30 (horário previsto para o encerramento com o espetáculo circense Paraladibom).
Veja abaixo a reprodução do cartaz com a programação completa e, se puder, dê uma passadinha por lá para conhecer o trabalho deles.
 Clique na imagem para ampliar
Aos poucos estou retomando as atividades diárias depois de uma semana complicada com uma inflamação na garganta bem séria.
Preciso organizar, escrever e postar uma série de textos e fotos do Logan com o novo passeio ao Amazing Balls, os presentes de Dia da Criança e contar o sobre o quanto o loirinho está tagarela (até “Logan” o pilantrinha já está falando!), mas a intervenção de hoje é pra pedir a sua ajuda e de seus amigos.
Ontem, pelo twitter, um amigo médico (Luiz Freitas) me passou o link do blog Ajudem João Otávio, um adorável bebê de 1 ano e 3 meses portador de uma doença extremamente cruel e de uma condição muito delicada. Clicando no link, você conhecerá toda a história recente do pequeno João e saberá que, infelizmente, ele precisa do auxílio de um aparelho para poder respirar e que há meses ele não sai do hospital por causa da falta desse mesmo equipamento.
Somos humanos e, como tal, imperfeitos e repletos de problemas de saúde. Faz parte da nossa condição. Mas nem por isso devemos cruzar os braços e assistirmos, imóveis, o desenvolvimento de uma criança que, sem o equipamento referido no blog, não poderá, sequer, ir ao parque tomar um pouco de sol. Você consegue imaginar uma criança passar a vida toda dentro de um quarto de hospital por motivos tão baixos como a falta de dinheiro e a falta de vontade política dos órgãos públicos em quererem ajudar?
Triste. Muito triste.
Somos uma sociedade. Somos capazes de sentir empatia, amor, afinidade e solidariedade. Os médicos do hospital em Sorocaba, interior de São Paulo, onde o pequeno está internado, uniram-se e doaram horas trabalhadas para ajudar na compra do equipamento. Não é o bastante, mas, hoje falta menos dinheiro do que faltava ontem. Quando instituições e órgãos públicos não funcionam, cabe a nós, como sociedade, unirmo-nos em torno de um bem maior e ajudar da maneira que for possível.
Se não puder fazer nenhuma doação, ninguém o julgará por isso. Ajude outra forma: passe adiante. Se esse apelo chegar a 200 pessoas e que cada uma delas doe uma quantia irrisória como R$ 5,00, ao final do dia, serão R$ 1000,00 à mais para a compra do equipamento que o pequeno João Otávio precisa.
Ajudar custa muito pouco, pessoal.
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